sábado, 27 de abril de 2013
Átomo de Hidrogénio
Vamos aprender umas coisinhas sobre o átomo de hidrogénio, o mais pequenino de todos.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Teatro de Almada
UM DIA OS RÉUS SERÃO VOCÊS:
O JULGAMENTO DE ÁLVARO CUNHAL
Dramaturgia de Rodrigo Francisco, segundo uma ideia original de Joaquim Benite // Encenação de Rodrigo Francisco
UM DIA OS RÉUS SERÃO VOCÊS:
O JULGAMENTO DE ÁLVARO CUNHAL
Dramaturgia de Rodrigo Francisco, segundo uma ideia original de Joaquim Benite // Encenação de Rodrigo Francisco
quinta-feira, 18 de abril de 2013
23 de Abril - Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor.
A UNESCO instituiu em 1995 o Dia Mundial do Livro.
A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial - foi a 23 de Abril de 1616 que faleceu Miguel de Cervantes e a 23 de Abril de 1899 nasceu Vladimir Nabokov.
Também a 23 de Abril nasceu e morreu William Shakespeare.
A data serve ainda para chamar a atenção para a importância do livro como bem cultural, essencial para o desenvolvimento da literacia e desenvolvimento económico.
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Notícias |
A UNESCO instituiu em 1995 o Dia Mundial do Livro.
A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial - foi a 23 de Abril de 1616 que faleceu Miguel de Cervantes e a 23 de Abril de 1899 nasceu Vladimir Nabokov.
Também a 23 de Abril nasceu e morreu William Shakespeare.
A data serve ainda para chamar a atenção para a importância do livro como bem cultural, essencial para o desenvolvimento da literacia e desenvolvimento económico.
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Os lindos braços da Júlia da farmácia, de J. Rentes de Carvalho
O que estou a ler ...
Novo livro de Nuno Camarneiro - Prémio Leya
Sinopse
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos
que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um
pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as
janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá
vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a
inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que
constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com
uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O
elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o
som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem.
Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos.
Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, Debaixo de Algum Céu retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
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